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Obra Prima
Como tela vazia eu sou, e nas tuas maos, o pincel me transforma em aquarela. Sao tons, nuances, tracejos, sombra e luz.
Ganho cor. Ganho vida, e quando tua mao me ilumina, com apenas um toque, ou um olhar, tudo muda, e em um instante me torno... obra prima.
Escrito por Cláudia Banegas às 16h23
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Vazio
Como pássaro que se assusta, foge de mim a inspiraçao. Me aproximo, tento um afago, mas em vao...
Ficou apenas um vazio. Nao o preencho com nada, nao me forço a compor. Apenas, existo.
A palavra aguardo ainda, em sua aparencia, seja ela qual for, formando contos, prosas ou poesias, nao importa. Importa que cada uma, flua do meu interior.
Escrito por Cláudia Banegas às 19h38
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La noche es tan frío, tan frío ... Yo aquí, me amornando mi corazón con los recuerdos. Me cubrir cuidadosamente, ya que cualquier viento puede pasar y tener en mis pensamientos. Esto no, no, y por lo contradictorio, Entiendo que, si bien me siento la luz, en medio de mi angustia, Se me olvida incluso en medio de una multitud de pensamientos.
Pero no hay caos, no confusión, todos son ordenados, en la palma de mi mano. Creo que, repenso, trato de dormir, pero no me dejan. Insistir en mí para recordar. Luego recuerdo, recuerdo, yo no olvidar la fortaleza. Consideran que no se resisten y, si es vano.
En los muertos de noche, en medio del silencio, Oigo la voz de mi corazón, que susurra. Sussurra y entoa una dulce canción, Estoy de embalaje, soy madre, Me adormece. Por último, se puede soñar. Y mis sueños son suaves, al igual que el toque de seda, son cálidos, como el toque de pura lana.
Pase la noche, llegando el día. Vai es la luna, el sol llega. Dormem las estrellas, el canto de los pájaros, Escucho a un rouxinol, que no se cansa. Me encanta. La forma más sencilla las cosas me fascinan, por lo tanto, sigue vivo. Descobrirei los secretos de los sueños, domarei mis pensamientos, y ser libre, libre como pocas.
¿Soy como ellos, ya no tienen miedo, No tengo miedos, única esperanza. Y con ella dentro de mí, me siento fuerte, fuerte y seguir para ganar. Y una vez con éxito, se asegurará que nunca voy a perder.
El día que pasa, es de nuevo la noche fría. ¿Qué hermosa noche!
Escrito por Cláudia Banegas às 22h46
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Finalmente, realizei meu sonho de consumo. Comprei um notebook. É pequeno, prático, leve e parece comigo. É perfeito para que eu escreva meus textos e revise alguns deles, com a comodidade e a tranquilidade do meu quarto. Eu sempre achei que escritores devem ter seu próprio notebook ou laptop. Ultimamente, tenho me visto às voltas com a tecnologia. Ganhei um MP4, que adorei (posso escutar minhas músicas de Jack Johnson, Queen e October Project, sem problemas!) e um pendrive, onde guardo minhas "obras" literárias. Com certeza, daqui a alguns anos, teremos surpresas na área tecnológica e todas serão bem vindas (?). Tudo o que facilite nossa navegação e o acesso a internet é bom. Isso, é claro, dependendo do usuário. Falo por mim. Um desses dias, tive que descartar uma amizade, via msn. Um egípcio, que me conheceu através do Tagged, me adicionou e veio com aquela velha história de sempre (a qual muitas mulheres já até se acostumaram, porque a maioria dos homens na internet sempre procura por isso) e eu, em inglês, pude recusar a tal proposta. Afinal, meu tempo é muito precioso e eu quero aumentar meu nível de conhecimento, quero enriquecer meu espírito e não posso me dar ao luxo de perder tempo com esse tipo de conversação. Já houve tempo, agora não mais. Voltando ao assunto tecnológico, aconselho a todos a se atualizarem no mundo da informática. Não é difícil, facilita e ao mesmo tempo, é divertido. Confira e me dê o resultado!
Escrito por Cláudia Banegas às 12h50
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O que me basta?

O que me basta? Me basta chorar, ou rir? Poupar, ou repartir?
O que verdadeiramente satisfaz meu coração? Amar totalmente, sem reservas, ou me preservar?
São tantas perguntas que tenho, e tão poucas respostas obtenho, que nem sei se tenho mesmo razão, afinal sigo tanto a emoção...
Mas não me importo, se em cada ato meu houver paixão.
Escrito por Cláudia Banegas às 18h20
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Renovação

A cada dia, brilha o mesmo sol. Se há nuvens, elas se dissipam e vão. Nem sempre é verão.
Qualquer que seja a estação, deve estar preparado o coração, para viver seu tempo, sua emoção.
Sem medo, ou reserva, ou preconceitos.
É tempo de renovação.
Escrito por Cláudia Banegas às 10h16
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Acordes

Como música, tua voz inunda a minha alma. São acordes que se unem, formando uma canção, que embala o meu sonho, meu sono, minha emoção.
Te carrego no meu peito, de forma tão intensa, que a cada movimento, a cada pulsar do coração, minhas forças se renovam, me sinto tão viva...e então...
Sinto que tudo me é possível, tudo é tangível...
Que essa sensação eu nunca perca, meu amor!
Escrito por Cláudia Banegas às 19h51
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A Busca

Hoje comemora-se o "Dia das Mães" (se bem que, para mim, separar um dia para algo específico não é bem digerido. Não se acha especial apenas um dia, por rótulos impostos pela sociedade. Mãe é mãe todo dia e o que conta é a atitude; o que realmente faz a diferença é o dia-a-dia. Assim é com o Dia dos Pais, Dia das Crianças, Dia da Sogra, etc.). Em poucas linhas, gostaria de falar sobre muitas coisas. Lendo o jornal, encontrei um fragmento da crônica "Sobre amor e alegria", de Artur da Távola, falecido recentemente. Diz assim: "É preciso muito viver, muito desilusionar-se, muito gostar, muito sentir, muito experimentar, muito perder, muito entediar, muito renunciar, para encontrar o próprio amor. Falo do amor guardado não se sabe em que dobra da gente." Que busca é essa, tão intensa, incessante, perseverante! Quem já encontrou o próprio amor? O próprio amor seria o amor próprio? Pude respirar mais aliviada, porque essa busca, eu entendi que não é só minha, particular. É de todos. E na minha busca, já me perdi e me encontrei várias e várias vezes. Então, em alguma dobra da minha alma, um dia finalmente terei um encontro decisivo (ou será que não preciso realmente encontrar nada? Talvez o grande lance seja esse mesmo, o procurar, o buscar; talvez essa seja a motivação, a chave mestra, a mola que impulsiona o viver). Então, hoje, no Dia das Mães, ou em qualquer outro dia, tenha um dia feliz! É o que eu te desejo... encontre-se.
Encontre o seu amor.
Escrito por Cláudia Banegas às 17h25
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Obrigada ao site "O Melhor da Web", pelo selo! Estou muito feliz e agradecida!
Escrito por Cláudia Banegas às 18h56
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Esta é a capa do livro "Introspectus". O primeiro capítulo está disponível a partir de hoje, nos mais diversos sites onde divulgo minhas obras. Leia a história de Aynnah, uma mulher vazia que foi tomada pelo Vazio. Haverá esperança? Haverá saída? Quem sabe?
This is the first chapter of "Introspectus". Read Aynnah's history, an empty woman, taked by "Empty". There will be a hope? There will be a exit?
Who knows?
Escrito por Cláudia Banegas às 19h58
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AMOR DOENTIO

Ele a seguia. Rastejava atrás dela, mas ela sequer sabia da sua existência.
A vira apenas uma vez, na sala de xerox.
Sabia que nunca teria uma chance com ela, mas mesmo assim, a queria.
Seu desejo era doentio.
Seu olhar, lacônico.
Nunca se atrevera a dirigir uma só palavra à ela.
Uma vez, apenas uma vez, esbarraram-se na saída do elevador.
Ele quase enlouqueceu. Sentiu o cabelo dela passando na sua roupa e o cheiro do perfume. Inebriante.
Juntou dinheiro suficiente até comprar um computador, uma impressora e uma máquina digital. Não precisava de mais nada.
Tirava fotos dela, escondido. Imprimia e colava na parede.
Ela era linda. Traços suaves. Doce...nenhuma mulher era como ela.
Estava obcecado. Era totalmente dependente da existência dela.
Enquanto ela existisse no mundo, tudo estaria sempre azul, mesmo sob a pior das tempestades.
Não podia tocá-la, e ao mesmo tempo era tudo o que mais queria.
Um olhar, um aceno, um segundo de atenção.
Por meses ficou assim. Estava adoecendo.
Quando ela viajava a trabalho, ele tinha febre. Não conseguia terminar seus trabalhos.
Chamavam sua atenção.
Não o despediam porque tinham pena. Pena!
Odiava essa palavra: pena!
Não queria que ninguém, absolutamente ninguém tivesse pena dele. Ele era feliz sendo assim, disforme, descaracterizado como um ser humano, mas apenas e tão somente porque ela existia. O ar que ela respirava, em um mundo tão grande, já bastava. Era o mesmo ar que ele sorvia, então era maravilhoso!
Sonhava com ela. Sonhava com os dois juntos, em perfeita harmonia.
Imaginava as mãos dela, macias, acariciando seus cabelos. Chegou uma noite a sonhar com ela, envolta em lençóis, o chamando. Quando acordou do sonho, urrou de desgosto.
Pelo menos em sonho, poderia tê-la, mas nem isso.
Um dia, ela chegou mais linda do que nunca ao trabalho. Seu rosto tinha uma expressão diferente, seu sorriso estava mais aberto. Seus dentes... ele os adorava.
Então, reparou que ela mostrava a todos os colegas de trabalho, um anel na mão direita.
Ninguém o percebia, sequer falavam com ele. Era era apenas o "torto". Fazia xerox's. Nada mais, nada menos.
Ouviu um comentário, um rumor. Duas mulheres, que trabalhavam na empresa, conversavam esperando o elevador.
_ Você viu que lindo o anel da Sofia?
_ Nossa, claro que eu vi! Você já viu o noivo dela? Um homenzarrão! Nossa, só de pensar fico com calor... êta mulher de sorte! Encontrou o cara na viagem que fez pra Milão, você acredita?
_ Foi mesmo? Nossa, disso eu não sabia! Que sortuda!
Noivo?! Então era isso.. ela ficara noiva. Havia um homem. Um homem de verdade, que a tocava, que a beijava, que acariciava seus cabelos, que a abraçava, que a....NÃO!
Não podia aguentar isso, isso não!
Um aperto no peito, um sufoco no coração. Ela não era mais só dos seus sonhos. Ela agora era a mulher dos sonhos de outro.
O que faria?! Era até patético pensar no que faria.
O que ele poderia fazer? Atirar-se do viaduto? Enforcar-se? Envenenar-se?
Melhor passar a vida sabendo que ela era de outro, mas ainda coabitava do mesmo mundo que o dele, do que partir e passar a eternidade sem ela.
O tempo foi passando. Seu amor secreto aumentava a cada dia.
Já não suportava mais. Precisava demonstrar que a amava, pelo menos uma vez.
Comprou um buquê de flores, simples.
Chegou ao trabalho com uma sacola nas mãos; não queria que ninguém visse as flores, mas não deu sorte. Ao seu lado, parou o Alberto. Todos sabiam que nada escapava do humor negro de Alberto e ele bem sabia disso. Várias e várias vezes, Alberto escarnecera dele, diante dos outros. Debochava da sua deficiência.
Tentou disfarçar, mas o cheiro das flores era marcante.
_ O que você tem aí, "Torto"? Flores?
Ele não respondeu.
_ Vai dar flores? Ha! Quem iria querer receber flores de você, cara? Só serviriam para enterro, fala sério! Deixa eu ver isso aí, vai...
Alberto tentou tirar a sacola das mãos dele, mas ele resistiu.
_ Não, não, por favor, não faz isso!
Não notaram quem chegava.
Sofia assistia a tudo, de longe. Estava revoltada com Alberto há tempos. Não gostava do seu jeito de ser e de agir.
_ Alberto! Deixe o pobre homem em paz!
Aquela voz...! Música aos seus ouvidos! Era ela... seu coração quase pulou para fora.
Olhou de lado e a viu mais de perto do que nunca. A sua musa. A deusa. A diva. Sua razão de viver.
_ Sofia, eu estava apenas brincando... - se justifica Alberto.
_ Sei bem como são suas brincadeiras. Deixa ele em paz!
Chateado por ter sido chamado atenção na frente do "torto", Alberto se sentiu diminuído.
Ela finalmente falou com ele.
_ Pode ir.
_ Eu... - suas mãos tremiam.
_ O que foi?
_ Isso aqui é pra senhora.
Com seus dedos tortos, ele retirou de dentro da sacola o buquê de girassóis. Estavam
meio murchos, mas ainda era um buquê.
_ Pra mim? Por que?
_ Porque a senhora é boa. Tem um bom coração.
Os olhos de Sofia se encheram de lágrimas. Todos sabiam como era sensível e como seu coração parecia ser feito de manteiga derretida.
Ela pegou o buquê.
_ Obrigada.
_ Não tem de que.
É claro, ele não podia esperar mais do que um "obrigada". Um abraço? Um beijo no
rosto? Uma carícia? Claro que não.. e não recebeu mesmo, mas o fato do seu buquê ter sido aceito e estar nas mãos dela significava muito.
Daquele dia em diante, entendeu que nunca a teria, fisicamente.
Mas se contentou em tê-la, para sempre, nos seus sonhos. Ali, no recôndito da sua mente, ela era dele e de mais ninguém.
Escrito por Cláudia Banegas às 20h10
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Oi, pessoal! Em breve estarei ocupando a cadeira nº 111, da AVPB (Academia Virtual Poética Brasileira).
http://www.avpb.olga.kapatti.nom.br/avpb_home.html
No site "Ora,vejamos..." estou com uma disciplina aberta para Indrisos. Quem quiser participar, será bem vindo(a)! http://horabsurda.org/moodle/course/view.php?id=35 Meu email da disciplina: claudiabanegas@horabsurda.net
Escrito por Cláudia Banegas às 20h45
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A ALMOFADA DO FREDDY
Esta é uma história que aconteceu com a amiga de uma amiga minha. Celinha se impressionava fácil. Quando criança, assistiu a estréia de "Tubarão" no cinema. Ao chegar em casa, foi tomar banho e descobriu que a mãe comprara uma nova cortina para o box, cheia de peixes. Ela tomou banho, morrendo de medo que um tubarão surgisse de repente, do nada. Que doideira! E da outra vez, quando viu "Poltergeist, o Fenômeno"? Pra que...? A cena em que o palhaço some da cadeira e vai parar sob da cama, não saía da sua cabeça. Não conseguia dormir. Olhou embaixo da cama várias e várias vezes. O tempo passou, mas Celinha continuava a mesma. Certo sábado, à tardinha, uma amiga que morava no andar de cima, a chamou para assistir um filme no vídeo cassete. _ Vem assistir o filme comigo, Celinha! Ela foi. "A Hora do Pesadelo I". Freddy Krueger. Terrível! O filme acabou e ela se despediu, descendo as escadas ainda impressionada. Era verão, então...fazia muito calor. _ Abre a porta da frente, Celinha. Tá muito calor! - pediu a mãe. Ela obedeceu. Abriu a porta da sala do apartamento e como sabia que quando a porta e a janela do quarto ficavam abertas, passava uma corrente de ar que fazia a porta bater, escorou a porta com uma almofada que tirara do sofá. Foi anoitecendo e a mãe de Celinha, D. Creuza, começou a se arrumar para ir a um casamento. De repente, faltou luz. Pânico. Medo. Horror. Freddy Krueger. _ Celinha, vai fechar a porta da sala! Tudo escuro. Paralisada no corredor, Celinha não conseguia se mover. _ Ah, eu não vou não... Contrariada, D. Creuza foi, ela mesma, fechar a porta. Naquele breu, Celinha ouviu os passos da mãe, que usava salto alto, soando no taco. De repente, D. Creuza começa a gritar: _ Socorro, alguém me ajude! Estão forçando a porta pra entrar! Socorro, polícia! Celinha gelou. Não conseguia pensar em mais nada. Na sua mente, só vinha a imagem das garras de Fred, rasgando sua mãe. Ouvia os saltos no taco, como se fosse uma dança flamenca. Em um ímpeto de coragem, correu em direção à porta e começou a bater com sua mãozinha fraca: _ Larga minha mãe! Solta! Polícia, socorro! Quanto mais força faziam, mais resistência a porta oferecia. _ Alguém ajude! Alguém....!!! Então, a luz voltou. Celinha e a mãe, pálidas e acabadas, olharam ao mesmo tempo para o chão e viram, entre o portal e a porta, uma almofada mais torta que o corcunda de Notre Dame. Atônitas, ouvem os vizinhos abrindo as portas devagar. _ D. Creuza, a senhora está bem? O que aconteceu? _ Meu Deus, o que houve? Um grande burburinho. D. Creuza chutou a pobre almofada para dentro do apartamento. _ Calma, gente! Ele fez muita força para entrar, mas acabou fugindo, acho que desceu correndo pelas escadas. Celinha olhou para a mãe, embasbacada. Alguns vizinhos mais corajosos descem a escada correndo, para procurar o tal ladrão. Depois, dentro de casa, Celinha e a mãe riam tanto que mal conseguiam ficar de pé. A barriga chegava a doer. _ Mãe, o ladrão era a almofadinha...!!! _ Celinha, guarda esse segredo, viu? Esse mico eu não vou pagar! Mais tarde, no casamento, enquanto a noiva entrava, D. Creuza ria sozinha, lembrando da situação. Você pode não acreditar, mas isso realmente aconteceu com a amiga de uma amiga minha...
Escrito por Cláudia Banegas às 15h37
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Sentidos ( de Wendell de Freitas)
Sinta os ventos... Chamados sentimentos Um poeta usa os dedos Como se tocasse um piano, Tenor de palavras, esculpidor de verbos Criador das criações, Cético das naturezas, Afiador de razões, Empregador de interjeições. Filósofo sincero Ser sem convicções Ninguém põe em duvida A incerteza das emoções E a certeza da incerteza. A ordem em qualquer seleção aleatória De todas humanas trajetórias... Ó sentimentos, ó anseios Quantas duvidas eu tenho de ter? Quantos sonhos? Quantos amores? Quantas vezes tenho de ouvir mentiras?... Por que quero aceitá-las? Se... Por que eu... pra que serve tudo isso? Uma existência é em vão? Estou mesmo sobre o chão? Ou uma certeza, é ilusão? Não sei, apenas penso e sinto. Esse é o meu mais puro instinto Que já comigo nasceu.
Escrito por Cláudia Banegas às 22h01
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Olá, meus amigos e amigas! Quero apresentar a vocês um novo poeta, chamado Wendell, de apenas 16 anos de idade, lá de Juazeiro do Norte (CE). Aqui transcrevo uma entrevista que fiz com ele. Espero que gostem e visitem os textos do Wendell no site http://www.autores.com.br
1. Quando você se descobriu poeta?
Bem, não é uma questão de se descobrir... Você sente aquilo e pronto, sabe que você o é!
2. De todas as suas obras, tem alguma preferida, que chame mais a sua atenção?
Não tenho textos favoritos, gosto de alguns versos em especial.
3. De onde vem a sua inspiração, quando você escreve os seus textos?
Vem do dia a dia, de expressão do meu sentimento, tanto em relação ao mundo,
quanto para com as pessoas que comigo convivem.
4. Tem algum projeto em mente, atualmente?
Pra ser sincero não. Não sou muito de planejar o futuro, e não penso atualmente em nenhum projeto.
5. Quais são seus poetas preferidos? Você se espelha em algum?
Posso citar muitos como Nietzsche, Clarice Lispector, Olavo Bilac, Augustos dos Anjos, Cruz e Sousa, Carlos Drummond Andrade...
A lista é bem vasta.
Não tenho um em especial, mas o que eu mais me espelho é o Augusto dos Anjos.
6. Defina você mesmo em poucas palavras.
Somente louco! Somente Poeta!
7. Deixe uma mensagem para os seus leitores e fãs.
Faça você mesmo, mesmo que não faça bem feito!
PS. Duvidem meus amigos, a dúvida é a nossa única companheira, faça dela sua companhia de jornada.
Interrogue, intrigue, investigue. Sonhe, duvide dos outros e de você mesmo, não tenha convicções.
Duvide também do que vos falo agora!
Escrito por Cláudia Banegas às 21h54
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